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Delta Sky Room

Na sala VIP da Delta Airlines no Orlando Intl’ Airport.

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Russell - Up Altas Aventuras
Coxinhas
Dia memorável
Dia memorável
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A Typical Conversation with My Mom
So, last time I was home-visiting my parents, I was hanging around in the kitchen with my mom and she said,
“I’ve just made some fish, would you like some fish?”
And I said, “No, thanks mom, I don’t like fish.”
And she said “You don’t like fish?”
And I said, “No mom, I don’t like fish.”
And she said, “This is tuna fish.”
And I said, “I know mom, but I don’t like fish.”
And she said, “I mixed some chopped celery in there so it has a little crunch to it.
And I said, “No, thanks mom, I don’t like fish.”
And she said, “You know, fish is really healthy.”
And I said, “I know mom, but I don’t like it.”
And she said, “All the healthiest people eat fish.”
And I said, “I know mom.”
And she said, “In fact, I think the healthiest people eat more fish than they do beef or chicken.
And I said, “I know mom, but I don’t like fish.”
And she said, “I’m not saying that people should just eat fish fish fish all the time, because if you overdo it, you can get too much mercury.”
And I said, “I know mom, but I don’t really worry about that, because I don’t eat fish.”
And she said, “But getting high mercury levels is really rare, in general, all the healthiest countries in the world eat a lot of fish.”
And I said, “I know mom.”
And she said, “Have you ever been tested for mercury?”
And I said, “I haven’t been worrying about it mom, because I don’t eat fish.”
She said, “Mercury isn’t only in fish.”
And I said, “Yes I know, mom, but people mostly get it from fish, so I’m not really worried about it, because I don’t eat fish.”
And she said, “No fish at all?”
And I said, “No, mom.”
“Not even tuna fish?”
“No, mom.”
“Have you ever tried it with chopped celery?”
“No, mom.”
And she said, “How would you know you wouldn’t like it if you haven’t tried it?”
And I said, “Mom, I really don’t like fish.”
She said, “Just try it.”
So I did.
And she said, “Did you like it?”
And I said, “Not really mom, I don’t like fish.”
She said, “Maybe it’s the tuna. Have you tried salmon?”
“No, mom.”
She said, “Alright. You probably shouldn’t have too much to eat right now anyway, because we’re gonna go to the restaurant in little while.”
And I said, “OK mom, I’ll be ready.”
And she said, “Are you just wearing that?”
And I said, “Yes mom, it’s not that cold outside.”
She said, “You might wanna bring a sweater.”
And I said, “I don’t really think I need one, mom.”
She said, “I’m gonna bring one, you may wanna bring one, too.”
And I said, “I’ve already been outside today mom, and it’s not that cold.”
And she said, “Alright, alright. It might get colder later and you’ll be freezing, but do what you want.”
So anyway, we went to the restaurant, but it was full and we couldn’t get a table. We were trying to figure out where to go next and my mom suggested a seafood restaurant.

Goo

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Auxílio-Reclusão e a indignação causada
Muitos de vocês já receberam o seguinte e-mail:

Assunto: Você sabe o que é o AUXÍLIO RECLUSÃO?

É REVOLTANTE !!!!!!!
O MAIOR DOS ABSURDOS:

Você sabe o que é o AUXÍLIO RECLUSÃO?

Todo presidiário com filhos tem direito a uma bolsa que, a partir de 1º/1/2010 é de R$798,30 por filho para sustentar a família, já que o coitadinho não pode trabalhar para sustentar os filhos por estar preso. Mais que um salário mínimo que muita gente por aí rala pra conseguir e manter uma família inteira.

Ou seja, (falando agora no popular pra ser entendido) Bandido com 5 filhos, além de comandar o crime de dentro das prisões, comer e beber nas costas de quem trabalha e/ou paga impostos, ainda tem direito a receber auxílio reclusão de R$3.991,50 da Previdência Social.

Qual pai de família com 5 filhos recebe um salário suado igual ou mesmo um aposentado que trabalhou e contribuiu a vida inteira e ainda tem que se submeter ao fator previdenciário?

Mesmo que seja um auxílio temporário, prisão não é colônia de férias.
 
Isto é um incentivo a criminalidade nesse pais de merda, formado por corruptos e ladrões.

Não acredita?

Confira no site da Previdência Social.

Portaria nº 48, de 12/2/2009, do INSS

http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22


O e-mail repassado frenéticamente, a priori, causa-nos a sensação de indignação e imediata concordância com os dizeres, gerando comentários do tipo “trabalhador só se fode” e “não vale a pena possuir uma reputação ilibada em um país corrupto em que só bandido é que tem direitos, ‘Brasiu!’ ”

No entanto, sempre é necessário checar as informações e separar o joio do trigo. Quantas e quantas mensagens circulam pela rede com boatos e outros conteúdos maliciosos (vírus, páginas falsas, trojans…)?

Para obter direito ao benefício do auxílio-reclusão, benefício esse instituído há mais de 50 anos, o trabalhador* recluso (preso) tem que cumprir uma série de exigências da Previdência Social, que quebram os argumentos da mensagem indignada acima.

Desmistificando

Conforme o site da Previdência Social, em sua seção de Perguntas e Respostas, temos que o benefício NÃO é proporcional ao número de dependentes, estando a mensagem, portanto, utilizando-se de falsas afirmações como forma de fundamentar seu manifesto:

O auxílio-reclusão é proporcional à quantidade de dependentes?
Não. O valor do benefício é dividido entre todos os dependentes legais do segurado. É como se fosse o cálculo de uma pensão. Não aumenta de acordo com a quantidade de filhos que o preso tenha. O que importa é o valor da contribuição que o segurado fez. O benefício é calculado de acordo com a média dos valores de salário de contribuição.

Como se vê, o benefício não é multiplicado pelo número de dependentes, mas sim dividido entre todos os dependentes legais. Da mesma forma, não é todo preso que tem direito ao benefício: Apenas os que contribuiam ou contribuiram com o INSS na labuta, exluindo assim, detentos que em sua maioria, não contribuiram em nada com a sociedade.
O que é o auxílio-reclusão?
É um benefício legalmente devido aos dependentes de trabalhadores que contribuem para a Previdência Social. Ele é pago enquanto o segurado estiver preso sob regime fechado ou semi-aberto e não receba qualquer remuneração da empresa para a qual trabalha, nem auxílio doença, aposentadoria ou abono de permanência em serviço. Dependentes do segurado que estiver em livramento condicional ou em regime aberto perdem o direito de receber o benefício.

Outra questão refere-se ao valor do benefício. A mensagem traz como se todo segurado do INSS, preso, teria direito a receber o benefício, o que não é verdade:
Para a concessão do benefício, é necessário o cumprimento dos seguintes requisitos:

- o segurado que tiver sido preso não poderá estar recebendo salário da empresa na qual trabalhava, nem estar em gozo de auxílio-doença, aposentadoria ou abono de permanência em serviço;
- a reclusão deverá ter ocorrido no prazo de manutenção da qualidade de segurado;
- o último salário-de-contribuição do segurado (vigente na data do recolhimento à prisão ou na data do afastamento do trabalho ou cessação das contribuições), tomado em seu valor mensal, deverá ser igual ou inferior aos seguintes valores, independentemente da quantidade de contratos e de atividades exercidas, considerando-se o mês a que se refere:
(…)


Perceba que para concessão do benefício, o último salário-de-contribuição deverá ser igual ou inferior ao valor de R$ 798,30 (valor vigente a partir de 01/01/2010), e não o valor do benefício. Segundo o Site da Previdência, o valor médio do benefício é de R$ 588,43.
Quantos benefícios de auxílio-reclusão são pagos atualmente no país?
De acordo com o Boletim Estatístico da Previdência Social (Beps), o INSS pagou 26.490 benefícios de auxílio-reclusão na folha de janeiro de 2010, em um total de R$ 15.587.580,00. O valor médio do benefício por família, no período, foi de R$ 588,43.

Portanto, esse benefício não pode ser encarado como “um incentivo a criminalidade nesse pais de merda, formado por corruptos e ladrões”, como a mensagem tenta nos convencer uma vez que o Auxílio-Reclusão não é um direito garantido a todo e qualquer preso, mas sim aos presos contribuintes do INSS (perceba que depois de 12 meses sem contribuir, eles não estão amparados pela Previdência Social), que por razão qualquer, fez besteira e não pode garantir o sustento de sua família.

Além disso, só tem direito quem, além de contribuinte do INSS, recebe ou recebia salário de até R$ 798,30, ou seja, esse auxílio prioriza beneficiar as famílias de baixa renda que tenham o segurado preso (fonte de renda da família, garantidor do sustento).

Que princípios norteiam a criação do auxílio?
O princípio é o da proteção à família: se o segurado está preso, impedido de trabalhar, a família tem o direito de receber o benefício para o qual ele contribuiu, pois está dentre a relação de benefícios oferecidos pela Previdência no ato da sua inscrição no sistema. Portanto, o benefício é regido pelo direito que a família tem sobre as contribuições do segurado feitas ao Regime Geral da Previdência Social. 
 
Dessa forma, há quem fique totalmente indignado com o referido Auxílio-Reclusão. No entanto, existe uma série de regras e exigências a serem cumpridas, de forma que não se confirma a possibilidade desse benefício motivar as pessoas a cometerem crimes. O benefício é uma exceção.

Não é um absurdo esse Auxílio-Reclusão, absurdo é tantas e tantas pessoas esclarecidas não se atentarem às informações que lhes são enviadas.

Há uma série de falcatruas e cacarecos no Brasil e que de igual forma me deixam estarrecido, mas essas mensagens de indignação gratuíta não podem ser levadas a sério por todas as pessoas. Quando estiver lendo seus e-mails, pense antes de encaminhar uma mensagem de teor semelhante.

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